sábado, 16 de março de 2019

O Navio dos Mortos - Magnus Chase e os Deuses de Asgard

Título: O Navio dos Mortos - Magnus Chase e os Deuses de Asgard.
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Ano: 2017
N. De Páginas: 361
Sinopse: Magnus Chase não sabia o que pensar sobre a anotação encontrada no caderno do tio, mas estava disposto a aceitar qualquer ajuda para impedir Loki de iniciar o Ragnarök. Mesmo sem um bom plano, ele, Sam, Alex, Hearthstone, Blitz e seus companheiros de Valhala partem em uma viagem de navio por mares turbulentos, enfrentando todo tipo de desafios na tentativa de descobrir uma forma de capturar o deus de uma vez por todas. O destino dos nove mundos está novamente nas mãos de Magnus, e agora ele vai precisar vencer seus medos e desafiar o deus da Trapaça e da Lábia em um vitupério: uma competição de insultos.

Resenha


Então, estou de volta com mais uma resenha dessa série magnífica e dos deuses ahahah... Esse é o último livro da série e eu imagino que muitos de vocês e de quem me acompanha lá no Instagram, estao exausto de a verem frequentemente.

Lembrando que eu já fiz a resenha do primeiro e do segundo livro aqui no blog e vocês podem ler clicando abaixo.



Mas agora, indo diretamente ao assunto... 

Dessa vez, Magnus precisa enfrentar uma difícil missão com seus amigos onde viajaram pelos nove mundos em busca de meios para deter Loki e mais uma vez impedir o Ragnarök. 

Magnus continua sempre protetor dos amigos e ajudando os de alguma forma a encarar os males que existem pelo caminho. Ele não sabe lutar muito bem usando sua espada, Jacques, mas sempre pode contar com a ajuda de seu poder. Já que é filho de Frey, Magnus herdou o poder de curar e faz isso frequentemente. 

           "Em seguida havia um termo que supus ser norueguês antigo. Depois, algumas anotações. E na última página, Randolph rabiscou meu nome, Magnus." 


Todos os seus amigos precisarão passar por algum tormento que envolve seus passados, direta e indiretamente. Samirah, se mostra mais corajosa a enfrentar o pai do que jamais se mostrará nos dois últimos livros, já que agora pode contar com a ajuda de sua meia irmã (ou irmão) Alex. (lembrando do gênero fluido aqui, pessoal, ok?.) 

As raízes de Magnus se mostrarão mais presentes dessa vez, sempre o ajudando da maneira que podem. E sinceramente, sempre fico xingando a mitologia por causa dessa história de os Deus não ajudarem mais aos heróis. Afinal, eles são Deuses, não morrem nunca, podem fazer o que querem na hora que querem, poderiam muito bem ajudar um pouco mais seus filhos e também diminuir a quantidade de reprodução para que pudessem dar mais atenção a aqueles que eles já tem. Deuses são máquinas de reprodução de semi-deuses. É isso aí. 

Vamos falar do fim épico que eu não sei se deveria rir ou chorar. Fiquei muito surpresa com esse fim, mas fala sério, sem querer dar spoiler, e me direcionando para quem já leu o livro, uma noz? O Deus e temível Loki tem um fim como esses? Sério, foi realmente divertido imaginar a cena. 

Me surpreendi com o fim sim, poderia ter um final mais emocionante e heróico da parte de Magnus mas considerando por tudo o que ele e os amigos passaram até chegar ao navio dos mortos até que foi interessante e enigmático. 

Rick Riordan, ainda continua sendo meu escritor preferido e não há como mudar isso. Ele é o melhor, sem dúvidas. Eu, se fosse escritora, nunca conseguiria imaginar e reunir todas as informações contidas no livro igual ele faz. E sinceramente, os outros livros de mitologia que já li, nenhum se compara aos que ele escreveu. Vocês também acham isso? Me contem nos comentários.

Beijinhos e até :D




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